terça-feira, 20 de julho de 2010

Sofrimento

"De acordo com a nossa língua é:Padecimento mesmo que doença."

Sendo assim precisamos deixarmos sermos guiados pelo Espírito Santo de Deus,para que através dele está partilha chegue ao nosso coração:Pois bem,no Catecismo da Igreja Católica temos algumas considerações:
A ENFERMIDADE NA VIDA HUMANA:A enfermidade e o sofrimento sempre estiveram entre problemas mais graves da vida humana. Na doença, o homem experimenta sua impotência, seus limites e sua finitude. Toda doença pode fazer-nos entrever a morte.

2º:Significação do Sofrimento,1502 e 1505:
1502-O ENFERMO DIANTE DE DEUS:O homem do Antigo Testamento vive a doença diante Deus. E diante de Deus que ele faz sua queixa sobre a enfermidade, e é dele, o Senhor da vida e da morte, que implora a cura . A enfermidade se toma caminho de conversão e o perdão de Deus de início à cura. Israel chega à conclusão de que a doença, de uma forma misteriosa, está ligada ao pecado e ao mal e que a fidelidade a Deus, segundo sua Lei, dá a vida: “Porque eu sou Iahweh, aquele que te restaura” (Ex 15,26). O profeta entrevê que o sofrimento também pode ter um sentido redentor para os pecados dos outros (Cf Is 53,11). Finalmente, Isaías anuncia que Deus fará chegar um tempo para Si o em que toda falta será perdoada e toda doença ser curada (Cf Is 33,24).
1505-CRISTO - MÉDICO:Comovido com tantos sofrimentos, Cristo não apenas se deixa tocar pelos doentes, mas assume suas misérias: “Ele levou nossas enfermidades e carregou nossas doenças”. Não curou todos os enfermos. Suas curas eram sinais da vinda do Reino de Deus. Anunciavam uma cura mais radical: a vitória sobre o pecado e a morte por sua Páscoa. Na cruz, Cristo tomou sobre si todo o peso do mal e tirou o “pecado do mundo” (Jo 1,29). A enfermidade não é mais do que uma conseqüência do pecado. Por sua paixão e morte na cruz, Cristo deu um novo sentido ao sofrimento, que doravante pode configurar-nos com Ele e unir-nos à sua paixão redentora.

:Sofrimento,consequência do Pecado,1264:
No batizado, porém, certas conseqüências temporais do pecado permanecem, tais como os sofrimentos, a doença, a morte ou as fragilidades inerentes à vida, como as fraquezas de caráter etc., assim como a propensão ao pecado, que a Tradição chama de concupiscência ou, metaforicamente, o “incentivo do pecado” (fomes peccati”): “Deixada para os nossos combates, a concupiscência não é capaz de prejudicar aqueles que, não consentindo nela, resistem com coragem pela graça de Cristo. Mais ainda: 'um atleta não recebe a coroa se não lutou segundo as regras' (2Tm 2,5).

4º:Sofrimento de Jesus,572:
A Igreja permanece fiel à "interpretação de todas as Escrituras" dada por Jesus mesmo antes e também depois de sua Páscoa. "Não era preciso que Cristo sofresse tudo isso e entrasse em sua glória?" (Lc 24,26). Os sofrimentos de Jesus tomaram sua forma histórica concreta pelo fato de ele ter sido "rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos escribas" (Mc 8,31), que o "entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado" (Mt 20,19).

5º:Sofrimento sinais da condição original de Fraqueza humana,2448:
"Sob suas múltiplas formas - extrema privação material, opressão injusta, enfermi dades físicas e psíquicas e, por fim, a morte -, a miséria humana é o sinal manifesto da condição natural da fraqueza em que o homem se encontra após o primei ro pecado e da necessidade de uma salvação. É por isso que ela atrai a compaixão de Cristo Salvador, que quis assumi-la sobre si, identificando-se com os 'mais pequeninos entre seus irmãos'. É também por isso que todos aqueles que ela atinge são objeto de um amor preferencial por parte da Igreja, que, desde as suas origens, apesar das falhas de muitos de seus membros, não dei xou nunca de trabalhar por aliviá-los, defendê-los e libertá-los. Ela o faz por meio de inúmeras obras de beneficência, que continuam a ser, sempre e por toda parte, indispensáveis."

Assim então encontramos no Catecismo da Igreja Católica.Sabemos que o mesmo é pautado na Palavra de Deus ou seja na Bíblia Sagrada.A ela agora recorremos para que possamos ter mais compreensão,desta palavra sofrimento que tanto nos assusta quando não olhamos sobre a ótica do Espírito Santo.
Dentro deste contexto temos alguns personagens da Sagrada Escritura que o sofrimento já é anunciado como na passagem da virgem Maria ao levar Jesus no Templo(Lc 2;34-35):
34.Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe: “Este menino será causa de queda e de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição
35.— e a ti, uma espada traspassará tua alma! — e assim serão revelados os pensamentos de muitos corações”.


No Antigo testamento no Livro de Daniel encontramos(Dn 3;21-23):
21.Amarraram, pois, Sidrac, Misac e Abdênago vestidos de suas túnicas, calções gorros e outras roupas e os atiraram na fornalha acesa.
22.Como a ordem do rei era rigorosa e o fogo da fornalha exagerado, as labaredas mataram aqueles que se aproximaram para atirar Sidrac, Misac e Abdênago.
23.Os três jovens, entretanto, caíram amarrados dentro da fornalha acesa.

E (Dn 3;46-50):
46.Os funcionários do rei que tinham atirado os três jovens na fornalha, não paravam, contudo de alimentar o fogo com óleo combustível, piche, estopa e gravetos,
47.tanto que as labaredas subiam uns vinte e cinco metros acima da fornalha,
48.alcançando e queimando os caldeus que estavam por perto.
49.O anjo do Senhor, porém, desceu para junto de Azarias e seus companheiros na fornalha. Impeliu as labaredas para fora da fornalha
50.e fez surgir no meio da fornalha um vento úmido refrescante. O fogo não os atingiu nem causou-lhes qualquer incômodo.

Neste contexto nos é apresentado diretamente o sofrimento pessoal,daqueles três e também o sofrimento emocional daqueles que ali estavam as partes Deus como sempre se manifesta na História.São Paulo é aquele que terá que sofrer pelo nome de Jesus(Atos 9;15-22):
15.Mas o Senhor disse a Ananias: “Vai, porque este homem é um instrumento que escolhi para levar o meu nome às nações pagãs e aos reis, e também aos israelitas.
16.Pois eu vou lhe mostrar o quanto ele deve sofrer pelo meu nome”.
17.Então Ananias saiu, entrou na casa e impôs-lhe as mãos, dizendo: “Saul, meu irmão, o Senhor Jesus, que te apareceu quando vinhas pela estrada, mandou-me aqui para que tu recobres a vista e fiques cheio do Espírito Santo”.
18.Imediatamente caíram dos olhos de Saulo como que escamas, e ele recobrou a vista. Em seguida, levantou-se e foi batizado.
19.Depois, alimentou-se e recuperou as forças. Saulo passou alguns dias com os discípulos que havia em Damasco
20.e logo começou a pregar nas sinagogas, afirmando que Jesus é o Filho de Deus.
21.Os ouvintes ficavam perplexos e comentavam: “Não é este o homem que, em Jerusalém, perseguia com violência os que invocavam esse Nome? E não veio aqui, exatamente, para prendê-los e levá-los aos sumos sacerdotes?”
22.Mas Saulo se fortalecia cada vez mais e deixava confusos os judeus que moravam em Damasco, demonstrando que Jesus é o Cristo.

Jesus também nos lembra(Lc 14;27):
27.Quem não carrega sua cruz e não caminha após mim, não pode ser meu discípulo.

E a palavra continua a nos Exortar (Rm 5;1-5):
1.Assim, pois, justificados pela fé, estamos em paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.
2.Por ele, não só tivemos acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes, mas ainda nos ufanamos da esperança da glória de Deus.
3.E não só isso, pois nos ufanamos também de nossas tribulações, sabendo que a tribulação gera a constância,
4.a constância leva a uma virtude provada e a virtude provada desabrocha em esperança.
5.E a esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.

(Rm 8;35-36):
35.Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada?
36.Pois está escrito: “Por tua causa somos entregues à morte, o dia todo; fomos tidos como ovelhas destinadas ao matadouro”.


(ICor 10;13):
13.Não tendes sido provados além do que é humanamente suportável. Deus é fiel, e não permitirá que sejais provados acima de vossas forças. Pelo contrário, junto com a provação ele providenciará o bom êxito, para que possais suportá-la.

(ITes 5;16-18):
16.Estai sempre alegres.
17.Orai continuamente.
18.Dai graças, em toda e qualquer situação, porque esta é a vontade de Deus, no Cristo Jesus, a vosso respeito.

São Tiago também nos lembra (Tg 1;2-5):
2.Considerai uma grande alegria, meus irmãos, quando tiverdes de passar por diversas provações,
3.pois sabeis que a prova da fé produz em vós a constância.
4.Ora, a constância deve levar a uma obra perfeita: que vos torneis perfeitos e íntegros, sem falta ou deficiência alguma.
5.Se a alguém de vós falta sabedoria, peça-a a Deus, que a concede generosamente a todos, sem impor condições; e ela lhe será dada.

(Eclo 2;1-6):
1.Filho, se te apresentas para servir ao Senhor, * { permanece na justiça e no temor e } prepara tua alma para a provação.
2.Mantém o teu coração firme e sê constante, * { inclina teu ouvido e acolhe as palavras inteligentes, } e não te afobes no tempo da contrariedade.
3.* { Suporta as demoras de Deus, } agarra-te a ele e não o largues, para que sejas sábio em teus caminhos.
4.Tudo o que te acontecer, aceita-o, e sê constante na dor; na tua humilhação tem paciência,
5.pois é no fogo que o ouro e a prata são provados e, no cadinho da humilhação, os que são agradáveis † a Deus.
6.Crê em Deus, e ele cuidará de ti; espera nele, e dirigirá os teus caminhos; * { conserva seu temor, e nele permanece até à velhice. }

É Finalizando está partilha Santo Estevão ensina-nos mesmo no sofrimento testemunhar a nossa fé e ao mesmo tempo age de misericórdia aprendemos deste primeiro Mártire de Nossa Igreja a imitarmos o mestre Nosso Senhor e salvador Jesus Cristo(Atos 7;54-60):
54.Ao ouvir essas palavras, eles ficaram enfurecidos e rangeram os dentes contra Estêvão.
55.Cheio do Espírito Santo, Estêvão olhou para o céu e viu a glória de Deus; e viu também Jesus, de pé, à direita de Deus.
56.Ele disse: “Estou vendo o céu aberto e o Filho do Homem, de pé, à direita de Deus”.
57.Mas eles, dando grandes gritos e tapando os ouvidos, avançaram todos juntos contra Estêvão;
58.arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram seus mantos aos pés de um jovem, chamado Saulo,
59.e apedrejavam Estêvão, que exclamava: “Senhor Jesus, acolhe o meu espírito”.
60.Dobrando os joelhos, gritou com voz forte: “Senhor, não os condenes por este pecado”. Com estas palavras, adormeceu.

Diante de tudo isso meu Irmão minha Irmã qual é o seu Sofrimento?.

domingo, 9 de maio de 2010

Meu Pentecostes

12.Assim também vós: já que aspirais aos dons espirituais, procurai possuí-los em abundância para a edificação da Igreja.( I Cor 14,12)

É Preciso viver o Pentecostes Diariamente para que possamos deixarmos ser capacitados pela força do Espírito Santo de Deus.
No Catecismo da Igreja Católica encontramos:
-Pentecostes;Dia da Efusão do Espírito Santo:
696-O fogo. Enquanto a água significa o nascimento e a fecundidade da Vida dada no Espírito Santo o fogo simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito Santo O profeta Elias, que "surgiu como um fogo cuja palavra queimava como uma tocha" (Eclo 48,1), por sua oração atrai o fogo do céu sobre o sacrifício do monte Carmelo[a30], figura do fogo do Espírito Santo que transforma o que toca. João Batista, que caminha diante do Senhor com o espírito e o poder de Elias” (Lc 1,17), anuncia o Cristo como aquele que "batizará com o Espírito Santo e com o fogo" (Lc 3,16), esse Espírito do qual Jesus dirá "Vim trazer fogo à terra, e quanto desejaria que já estivesse acesso (Lc 12,49). É sob a forma de línguas "que se diriam de fogo" o Espírito Santo pousa sobre os discípulos na manhã de Pentecostes e os enche de Si[a31]. A tradição espiritual manterá este simbolismo do fogo como um dos mais expressivos da ação do Espírito Santo [a32]Não extingais o Espírito" (1Ts 5,19).

731-No dia de Pentecostes (no fim das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: de sua plenitude, Cristo, Senhor, derrama em profusão [a108]o [a109]Espírito.

1287-Ora[§7], esta plenitude do Espírito não devia ser apenas a do Messias; devia ser comunicada a todo o povo messiânico[ag8]. Por várias vezes Cristo prometeu esta efusão do Espírito[ag9], promessa que realizou primeiramente no dia da Páscoa[ag10]. e em seguida, de maneira mais marcante, no dia de Pentecostes[ag11]. Repletos do Espírito Santo, os Apóstolos começam a proclamar “as maravilhas de Deus” (At 2,11), e Pedro começa a declarar que esta efusão do Espírito é o sinal dos tempos messiânicos[ag12]. Os que então creram na pregação apostólica e que se fizeram batizar também receberam o dom do Espírito Santo[ag13]

2623-No [§147]dia de Pentecostes, o Espírito da promessa foi derramado sobre os discípulos, "reunidos no mesmo lugar" (At 2,1), esperando-o, "todos unânimes, perseverando na oração" (At 1,14). O Espírito, que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse[a148], vai também formá-la para a vida de oração.

-Pentecostes;Dia da Manifestação Pública de Jesus:
767 -"Terminada a obra que o Pai havia confiado ao Filho para realizará na terra, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes para santificar a Igreja permanentemente[a58]." Foi então que "a Igreja se manifestou publicamente diante da multidão e começou a difusão do Evangelho com a pregação[a59]". Por ser "convocação" de todos os homens para a salvação, a Igreja é, por sua própria natureza, missionária enviada por Cristo a todos os povos para fazer deles discípulos[a60].

1076-No [§Rel.22]dia de Pentecostes, pela efusão do Espírito Santo, a Igreja é manifestada ao mundo[ag23]. O dom do Espírito inaugura um tempo novo na “dispensação do mistério”: o tempo da Igreja, durante o qual Cristo manifesta, toma presente e comunica sua obra de salvação pela liturgia de sua Igreja, “até que ele venha” (1 Cor 11,26). Durante este tempo da Igreja, Cristo vive e age em sua Igreja e com ela de forma nova, própria deste tempo novo. Age pelos sacramentos; é isto que a Tradição comum do Oriente e do Ocidente chama de “economia sacramental”; esta consiste na comunicação (ou “dispensação”) dos frutos do Mistério Pascal de Cristo na celebração da liturgia “sacramental” da Igreja. Por isso, importa ilustrar primeiro esta “dispensação sacramental” (Capítulo I). Assim aparecerão com mais clareza a natureza e os aspectos essenciais da celebração litúrgica (Capítulo II.).

-Pentecostes;Dia da Plena Revelação da Trindade:
732-Nesse dia é revelada plenamente a Santíssima Trindade. A partir desse dia, o Reino anunciado por Cristo está aberto aos que crêem nele; na humildade da carne e na fé, eles participam já da comunhão da Santíssima Trindade. Por sua vinda e ela não cessa, o Espírito Santo faz o mundo entrar nos "últimos tempos", o tempo da Igreja, o Reino já recebido em herança, mas ainda não consumado:

A Palavra de Deus nós Exorta:
5.O santo Espírito da instrução foge da astúcia, afasta-se dos pensamentos insensatos e retrai-se quando sobrevém a iniqüidade.
6.Com efeito, a Sabedoria é um espírito que ama o ser humano mas não deixa impune quem blasfema com seus próprios lábios. Pois Deus é testemunha dos sentimentos dessa pessoa, investiga seu coração segundo a verdade e mantém-se à escuta da sua língua.
7.Sim, o Espírito do Senhor enche toda a terra e, abrangendo tudo, tem conhecimento de cada som.(Sabedoria 1;5-7)

2.Sobre ele há de pousar o espírito do SENHOR, espírito de sabedoria e compreensão, espírito de prudência e valentia espírito de conhecimento e temor do SENHOR.(Isaías 11;2)

1.O espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu. Enviou-me para levar a boa nova aos pobres, para curar os de coração aflito anunciar aos cativos a libertação, aos prisioneiros o alvará de soltura;
2.para anunciar o ano do agrado do SENHOR, o dia de nosso Deus fazer justiça, para consolar os que estão tristes,(Isaías 61;2)

25.Derramarei sobre vós água pura e sereis purificados. Eu vos purificarei de todas as impurezas e de todos os ídolos.
26.Eu vos darei um coração novo e porei em vós um espírito novo. Removerei de vosso corpo o coração de pedra e vos darei um coração de carne.
27.Porei em vós o meu espírito e farei com que andeis segundo minhas leis e cuideis de observar os meus preceitos.
28.Habitareis na terra que dei a vossos pais. Sereis o meu povo e eu serei o vosso Deus.(Ezequiel 36;25-28)

Jesus Também lembra à nós a importância de tomarmos posse da ação do Espírito Santo,em nosso dia a dia.
50.Um batismo eu devo receber, e como estou ansioso até que isto se cumpra!(Lucas 12;50)

14.Jesus voltou para a Galiléia, com a força do Espírito, e sua fama se espalhou por toda a região.
15.Ele ensinava nas sinagogas deles, e todos o elogiavam.
16.Foi então a Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, no dia de sábado, foi à sinagoga e levantou-se para fazer a leitura.
17.Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, encontrou o lugar onde está escrito:
18.“O Espírito do Senhor está sobre mim, pois ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres: enviou-me para proclamar a libertação aos presos e, aos cegos, a recuperação da vista; para dar liberdade aos oprimidos
19.e proclamar um ano de graça da parte do Senhor”.(Lucas 4;14-19)

8.Mas recebereis o poder do Espírito Santo que virá sobre vós, para serdes minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra”.(Atos 1;8)

1.Agora, portanto, já não há condenação para os que estão no Cristo Jesus.
2.Pois a lei do Espírito, que dá a vida no Cristo Jesus, te libertou da lei do pecado e da morte.
3.Com efeito, aquilo que era impossível para a Lei, em razão das fraquezas da carne, Deus o realizou enviando seu próprio Filho em carne semelhante à do pecado, e por causa do pecado. Assim, Deus condenou o pecado na carne,
4.a fim de que a justiça exigida pela Lei seja cumprida em nós, que não procedemos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
5.Os que vivem segundo a carne se voltam para o que é da carne; os que vivem segundo o Espírito se voltam para o que é espiritual.
6.Na verdade, as aspirações da carne levam à morte e as aspirações do Espírito levam à vida e à paz.
7.Portanto, as aspirações da carne são uma rebeldia contra Deus: não se submetem — nem poderiam submeter-se — à Lei de Deus.
8.Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus.
9.Vós não viveis segundo a carne, mas segundo o Espírito, se realmente o Espírito de Deus mora em vós. Se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo.
10.Se, porém, Cristo está em vós, embora vosso corpo esteja morto por causa do pecado, vosso espírito está cheio de vida, graças à justiça.
11.E, se o Espírito daquele que ressuscitou Cristo dentre os mortos habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo dentre os mortos vivificará também vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que habita em vós.
12.Portanto, irmãos, estamos em dívida, mas não com a carne, como devendo viver segundo a carne.
13.Pois, se viverdes segundo a carne morrereis; mas se, pelo Espírito, matardes o procedimento carnal, então vivereis.
14.Todos aqueles que se deixam conduzir pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.
15.De fato, vós não recebestes espírito de escravos, para recairdes no medo, mas recebestes o Espírito que, por adoção, vos torna filhos, e no qual clamamos: “Abbá, Pai!”
16.O próprio Espírito se une ao nosso espírito, atestando que somos filhos de Deus.
17.E, se somos filhos, somos também herdeiros: herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, se, de fato, sofremos com ele, para sermos também glorificados com ele.(Romanos 8;1-17)

Sendo assim devemos continuar meditando na palavra de Deus as riquezas do Espírito Santo:

26.Da mesma forma, o Espírito vem em socorro de nossa fraqueza. Pois não sabemos o que pedir nem como pedir; é o próprio Espírito que intercede em nosso favor, com gemidos inefáveis.
27.E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito, pois é de acordo com Deus que ele intercede em favor dos santos.(Romanos 8;26-27)

12.Assim também vós: já que aspirais aos dons espirituais, procurai possuí-los em abundância para a edificação da Igreja.(I Coríntios 14;12)

16.Eu vos exorto: deixai-vos sempre guiar pelo Espírito, e nunca satisfaçais o que deseja uma vida carnal.
17.Pois o que a carne deseja é contra o Espírito, e o que o Espírito deseja é contra a carne: são o oposto um do outro, e por isso nem sempre fazeis o que gostaríeis de fazer.
18.Se, porém, sois conduzidos pelo Espírito, então não estais sob o jugo da Lei.
19.São bem conhecidas as obras da carne: imoralidade sexual, impureza, devassidão,
20.idolatria, feitiçaria, inimizades, contenda, ciúmes, iras, intrigas, discórdias, facções,
21.invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Eu vos previno, como aliás já o fiz: os que praticam essas coisas não herdarão o reino de Deus.
22.O fruto do Espírito, porém, é: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, lealdade,
23.mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não existe lei.
24.Os que pertencem a Jesus Cristo crucificaram a carne com suas paixões e seus desejos.
25.Se vivemos pelo Espírito, procedamos também de acordo com o Espírito.(Gálatas 5;16-25)

19.Acaso ignorais que vosso corpo é templo do Espírito Santo que mora em vós e que recebestes de Deus? Ignorais que não pertenceis a vós mesmos?
20.De fato, fostes comprados, e por preço muito alto! Então, glorificai a Deus no vosso corpo.(I Coríntios 6;19-20)

1.Agora, a respeito dos dons do Espírito, irmãos, não quero que vivais na ignorância.
2.Sabeis que, quando ainda pagãos, éreis como que desviados e levados para o culto dos ídolos mudos.
3.Por isso, agora eu vos declaro que ninguém, falando sob influência do Espírito de Deus, vai dizer: “Jesus seja maldito”, como também ninguém será capaz de dizer: “Jesus é Senhor”, a não ser sob influência do Espírito Santo.
4.Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
5.Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
6.Há diferentes atividades, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos.
7.A cada um é dada a manifestação do Espírito, em vista do bem de todos.
8.A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de conhecimento segundo o mesmo Espírito.
9.A outro é dada a fé, pelo mesmo Espírito. A outro são dados dons de cura, pelo mesmo Espírito.
10.A outro, o poder de fazer milagres. A outro, a profecia. A outro, o discernimento dos espíritos. A outro, a diversidade de línguas. A outro, o dom de as interpretar.
11.Todas essas coisas as realiza um e o mesmo Espírito, que distribui a cada um conforme quer.(I Coríntios 12;1-11)

17.Enfim, ponde o capacete da salvação e empunhai a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.(Efésios 6;17)

Mediante a esta partilha devemos trazer para a nossa existência,a dependência do paráclito o consolador o Espírito Santo de Deus.

domingo, 4 de abril de 2010

POLÍTICA


Assim se defini:Política 1.conjunto dos fenômenos e das práticas relativos ao Estado ou a uma sociedade.2.Arte e ciência de bem governar,de cuidar dos negócios públicos. 3 Qualquer modalidade de exercícios da política. 4.Habilidade no trato das relações humanas.5.Modo acertado de conduzir uma negociação,estratégica.

No catecismo da Igreja católica encontramos:
A autoridade política deve desenvolver-se dentro dos limites da ordem moral e garantir as condições para o exercícios da liberdade.(1923)

A iniciativa dos cristãos leigos é particularmente necessário quando se trata de descobrir; de inventar meios para impregnar as realidades sociais; políticas e econômicas com as exigências da doutrina e da vida cristãs .Esta iniciativa é um elemento normal da vida da Igreja.(899)

Os fiéis leigos estão na linha mais avançada da vida da Igreja: graças a eles a Igreja é o princípio vital da sociedade humana. Por isso , especialmente eles devem ter uma consciência sempre mais clara não somente de pertencerem à Igreja, mas de serem Igreja,isto é, a comunidade dos fiéis na terra sob a direção do Chefe comum, o Papa, e dos Bispos em comunhão com ele. Eles são a Igreja 1625.

Não cabe aos pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social. Essa tarefa faz parte da vocação dos fiéis leigos, que agem por própria iniciativa com seus concidadãos. A ação social pode implicar uma pluralidade de caminhos concretos. Terá sempre em vista o bem comum e se conformará com a mensagem evangélica e com a doutrina da Igreja. Cabe aos fiéis leigos "animar as realidades temporais com zelo cristão e comportar-se como artesãos da paz e da justiça"601,(2442)

Faz parte da missão da Igreja "emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas, empregando todos os recursos---- e somente estes----- que estão de acordo com o Evangelho e com o bem de todos, conforme a diversidade dos tempos e das situações"440.(2246)

Se,por um lado, a autoridade remete a uma ordem fixada por Deus, por outro," são entregues à livre vontade dos cidadãos a escolha do regime e a designação dos governantes"152.
A diversidade dos regimes políticos é moralmente admissível, contando que concorram para o bem legítimo da comunidade que os adota . Os regimes cuja natureza é contrária à lei natural, à ordem pública e aos direitos fundamentais das pessoas não podem realizar o bem comum das nações às quais são impostos.(1901)

Os poderes políticos devem respeitar fundamentais da pessoa humana. Exercerão humanamente a justiça no respeito pelo direito de cada um, principalmente das famílias e dos deserdados. Os direitos políticos ligados à cidadania podem e devem ser concedidos segundo as exigências do bem comum.Não podem ser suspensos pelos poderes públicos sem motivo legítimo e proporcionado. O exercício dos direitos políticos está destinado ao bem comum da nação e da comunidade humana.(2237)

O dever da obediência impõe a todos prestar à autoridade as honras a ela devidas e cercar de respeito e, conforme seu mérito de gratidão e benevolência as pessoas investidas de autoridades.

Deve-se ao papa S.Clemente de Roma a mais antiga oração da Igreja pela autoridade política 150.

" Concedei-lhes, Senhor, a saúde, a paz, a concórdia, a estabilidade, para que exerçam sem entraves a soberania que lhes concedestes. Sois vós, Mestre, rei celeste dos séculos, quem dá aos filhos dos homens glória, honra e poder sobre as coisas da terra .Dirigi, Senhor, seu conselho segundo o que é bom, segundo o que é agradável a vossos olhos, a fim de que ,exercendo com piedade, na paz e mansidão, o poder que lhes destes, vos encontrem propício151.(1900)

Dentro deste contexto partilho um belo texto do professor: Eduardo Machado(Setembro 2008)
FÉ E POLÍTICA
Fui convidado a participar de um seminário sobre "Fé e Política" numa das paróquias de Belo Horizonte.Com tranquilidade,sem fazer propaganda partidária ou proselitismo de qualquer espécie,defendi a importância da presença ativa dos Cristãos na política,inclusive atravês de mandatos populares e militância em partidos,sindicatos,associações,etc.Durante o debate que se seguiu,uma pessoa da platéia questionou minhas idéias dizendo que a Igreja tem que cuidar das coisas do espírito,da alma,e deixar a política para os políticos.A intervenção mexeu com o público,despertando olhares e comentários de aprovação ou contestação.Senti-me feliz.Nada pior que um auditório apático,desinteressado. Aproveitei a intervenção instigante e convidei os presentes a aprofundar a reflexão.
Comecei perguntando:a quem nos referimos quando falamos de Igreja? Naquele ambiente católico,seria ao papa,aos bispos,padres,ao clero? Quem ou o quê seria essa Igreja destinada a cuidar das coisas do espírito,isolada das grandes e pequenas questões que afetam o nosso dia a dia? Aliás,como separar as coisas do espírito do nosso cotidiano?
O debate pegou fogo com a platéia conversando entre si, opiniões as mais diversas sendo colocadas na roda.Em meio àquele burburinho, lembrei-me de uma aula na qual entrei na sala e escrevi no quadro a palavra IGREJA, sem dizer nada.
Após um breve tempo de silêncio,os alunos curiosos,intrigados,pedi que cada um fosse ao quadro e escrevesse também numa palavra, a primeira idéia que lhe veio á mente ou ao coração,diante daquela expressão.
Depois de alguns instantes de hesitação,o primeiro corajoso foi ao quadro e escreveu: missa. Logo outro se seguiu e escreveu,ALIENAÇÃO, voltando á carteira com um sorriso provocativo.
Logo o quadro ficou cheio de palavras retratando os mais diversos sentimentos e conceitos. Ao final,com a ajuda dos alunos,fui agrupando as palavras que tinam afinidade entre si. Em meio a tantas idéias,três prevaleceram: Igreja;na visão dos alunos; ou era uma INSTITUIÇÃO, ou um LUGAR ou uma COMUNIDADE. Lembrei-me de tudo isso numa fração de segundos e logo voltei a atenção ao debate que continuava agitado.
Pedi a palavra e contei essa experiência guardada na minha memória, concluindo: na minha infância ouvia muito a expressão de que tinha que IR À IGREJA. No meu caso,era só atravessar a rua. Um gesto físico, num espaço geográfico.
O tempo e a espiritualidade me ensinaram,ao poucos,eu preciso SER IGREJA. E aí, a trajetória, o itinerário é outro. Atravessar a rua dos meus preconceitos,das minhas dificuldades de relacionamento,das contradições do poder,das limitações humanas,tão presentes...
Olho, mais que isso, CONTEMPLO a platéia que me ouve em silêncio. Um sentimento fraterno,amoroso,aquece meu coração que reafirma: A IGREJA SOMOS NÓS, todos nós que professamos a mesma Fé e somos discípulos seguidores de Jesus Cristo.
E é como cristãos, e portanto como Igreja, que nos fazemos presentes em todas as realidades humanas, inclusive na Política.
Reúno as idéias ali discutidas como aquelas palavras escritas no quadro da minha memória. Vejo-me professor, sem ser professoral, aprendendo com meus alunos. Concluímos: a experiência religiosa não acontece no vácuo. Ao contrário,ela sofre a influência de fatores culturais, sociais e também políticos. Um mandato político significa poder. E o poder, em si, não é uma coisa má. O que pode ser bom ou mau é a forma como se exerce o poder.
Para ilustrar isso,convido todos a ouvirem uma passagem do Evangelho. Fui até o ambão, peguei a Bíblia e li solenemente: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. Capítulo 3, versículos 1 e 2 .
No oitavo ano do mandato de George Bush, sendo Luis Inácio Lula da Silva presidente do Brasil e Aécio Neves governador de Minas Gerais e seu aliado Pimentel de Belo Horizonte. Sendo José Serra governador de São Paulo e Sérgio Cabral governador do Rio de Janeiro e sendo Bento XVI o papa,foi nesse tempo que Deus revelou sua palavra a um grupo reunido no Salão paroquial da Igreja de Nossa Senhora da Conceição..."
Palavra das Salvação!
Ninguém respondeu. A primeira reação foi de silêncio e surpresa. Mas logo uma senhora deu uma gargalhada e mineiramente perguntou:
- "Uai, professor,que Bíblia é essa que o senhor arrumou?"
Passei o Evangelho a ela e pedi que lesse em voz alta o texto citado. Ela leu:
"No décimo quinto ano do império de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia; e Herodes tetrarca da Galiléia, e seu irmão,Filipe tetrarca da Ituréia e da província de Traconítide; e Lisâneas tetrarca da Abilínia, sendo Anás e Caifás os sumos sacerdotes: foi nesse tempo que Deus revelou sua palavra a João, filho de Zacarias,no deserto."
Não precisei comentar. A compreensão foi imediata. O Evangelista Lucas começa a narrativa da vida pública de Jesus situando-a no contexto histórico e, mais que isso,político,do seu tempo. A vida de Jesus também não acontece no vácuo. Ele se relacionou com personagens concretos,pessoas que exerciam o poder em seus diversos níveis,na Palestina de 2000 anos atrás.
Assim começou a vida pública de Jesus que vai terminar com uma sentença de morte, lá no final do Evangelho de João (Jo.19,12-16). Então vamos encontrá-lo sendo condenado sob a acusação política de ser um subversivo: os Judeus pressionavam Pilatos,dizendo:
"Ele se proclama Rei. Não temos outro Rei senão César. Se soltas esse homem não és amigo de César. Quem se faz rei,vai contra César!"
E Pilatos, pressionado, amedrontado,"usa" o seu poder e condena Jesus à morte.
O poder PODE. Pode oprimir,explorar,ser usado em benefício próprio ou de grupos.Pode também ser colocado a serviço da dignidade das pessoas, da promoção da justiça, da distribuição justa de bens, oportunidades e direitos.
A política pode ser a arte da construção do futuro,no aqui e no agora. E para construir um futuro que ainda não está pronto, é preciso, primeiro, aprender a APRENDER. E eu, como professor e cidadão,não posso,não tenho o direito de desistir de aprender para poder ensinar.
Aprender a construir com cada geração que passa pela minha sala de aula, que pode ser aquela,formal,com quadro e carteiras, ou essa crônica aqui partilhada; Sem radicalismos, ironias ou coisas que todo mundo vê,mas de um MODO diferente..."
O olhar do Cristão tem a marca da esperança, da utopia. E utopia cristã não é sonho impossível. É rumo. É para lá que somos chamados a caminhar. O olhar do cristão reconstrói e recria, todos os dias, essa utopia do rumo, da caminhada. E no caminho faz companheiros. A etimologia nos diz que companheiro é o que com-partilha o mesmo pão.
Alguém aí lembrou de mesa, de Eucaristia?
O olhar do cristão estimula a partilha do ter e do ser. Multiplica a palavra e a transforma em gesto.
Pequenos gestos que vão construindo,na caminhada, a possibilidade de uma vida nova.
Vida nova... Alguém aí lembrou de Páscoa, de ressurreição?
Vida nova, um mundo diferente... E o que podemos ser e fazer diferente,como cidadãos, como nação? Podemos ser MAIS. Podemos ser melhores. Podemos ser Igreja.
Podemos ser cristãos, discípulos seguidores de Jesus de Nazaré. E seguindo-O , imitar sua ética, seus valores,seus gestos. Podemos nos inspirar nos seus sonhos e caminhar nos seus passos.
E assim, o mundo poderá ser melhor, porque nós passamos por ele e ajudamos a transformá-lo.
Inclusive com o nosso VOTO.

Diante destas propostas a palavra de Deus também nós exorta:
1.Antes de tudo, peço que se façam súplicas, orações, intercessões, ação de graças, por todas as pessoas,
2.pelos reis e pelas autoridades em geral, para que possam levar uma vida calma e tranqüila, com toda a piedade e dignidade.
3.Isto é bom e agradável a Deus, nosso Salvador.
4.Ele quer que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.(ITm 2)
Que o Espírito Santo de Deus,nós ajude a decidirmos sobre sua ótica.Assim seja Amém.